Essa é a questão que deu ínicio a discussão sobre a alteração de decreto de lei 972/69 ínstituido durante o regime militar, que até então regulamentava a profissão de jornalista.Dea acordo com o relator Gilmar Mendes a exigência do diploma, além de constitucional não garante que o jornalista não publique informações equivocadas ou menos coerentes.
Profissionais de diversas áreas do conhecimento específico, poderiam talvez produzir máterias de maior domínio de conteúdo do que um jornalista, o que não empede uma empresajornalística exija o diploma de seus funcionários
Mas onde fica a conduta ética?E a democracia?
A academia não garante que um profissional seja mais ético ou cause menos danos com informações errôneas ou precipitadas,mas proporcina as ferramentas necessárias para o desenvolvimento desses conceitos esseciais que não valorizam só o jornalista, mas toda a categoria, mas bem como a sua adequação as tecnologias da informação, conceitos logísticos e o devido trato a manipulação de imagens, opiniões e a autoriedade, de tal forma que podemos reconhecer o jornalismo como uma tividae que cosntruiu um conceito academicamente.
O assunto deverá novamente ser avaliado em votação de acordo com o senador Inácio Arruda, autor Poposta de Emenda Constitucional (PEC) que defende a renstituição do diploma.Um dos principais motivos que fez com que os senadores não votassem a favor da não obrigatoriedade da formação acadêmica para o exercício da profissão de jornalista, segundo o jornalista da Folha de São Paulo José Nêumanne Pinto é que :"os cursos de jornalismo não tem entregado bons profissionais para o mercado de trabalho". Ele diz ainda que seriam necessários mais cursos técnicos específicos para a formação de profissionais. O jornalista Sérgio Murilo rebatem dizendo que as instituições de ensino são o melhor lugar para os profissionais adquirirem experiência que os cursos técnicos não podem simplesmente substituir o curso de jornalismo
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